Tratamento de esgoto trouxe vida ao Rio Jundiaí

Em setembro é comemorada a Semana do Rio Jundiaí, um importante rio do estado de São Paulo que atravessa as cidades de Mariporã, Atibaia, Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista, Jundiaí, Itupeva, Indaiatuba e Salto.

Para Agnes Janaina Tezotto Gutierrez, coordenadora de Laboratório na Companhia Saneamento de Jundiaí (CSJ), a data reforça a importância do rio para a região e enaltece os esforços empregados na sua despoluição. “O trabalho realizado pelo município tem sido efetivo. Aqui no laboratório da CSJ, que é acreditado pela NBR ISO/IEC 17025, são realizadas análises mensais para os parâmetros demanda bioquímica de oxigênio, oxigênio dissolvido, turbidez e nutrientes. As coletas são realizadas antes e depois da CSJ, para que possamos entender também os efeitos da contribuição do esgoto tratado sobre o rio”.

Na prática, com os ensaios de oxigênio dissolvido é possível saber se existe oxigênio disponível para a vida aquática. “Isso nos possibilita entender mais sobre o rio, e é o que nos indica, por exemplo, a possibilidade de existência de peixes em determinado trecho”.

O laboratório da CSJ também é responsável por monitorar o esgoto que entra e que é tratado pela Estação de Tratamento de Esgoto de Jundiaí (ETEJ). “Isso agiliza a tomada de decisão e garante a confiabilidade dos serviços que prestamos à cidade de Jundiaí”, explica Agnes.

A própria construção da estação ajudou a remover grande parte da poluição que era descartada no rio. A ETEJ está em operação desde 1998 e contribuiu diretamente para a despoluição do Rio Jundiaí, que foi reclassificado em 2017.

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